quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

[REVIEW] Fringe – 5x12 – Liberty / 5x13 – An Enemy of Fate [Series Finale]


“You are my favorite thing, my very favorite thing.”

Creio que não preciso, e nem quero, explicar o quanto foi difícil para eu sentar e escrever esta review. Estou segura de que quem acompanha Fringe aqui no blog tem uma noção de como eu amo esta série e como estou encarando o fim dela. Então não é minha intenção aqui fazer um belo discurso de adeus, aquela coisa triste e melosa, até porque não é esse tipo de sentimento que a série me inspira. Fringe só me deu coisas boas e, mesmo estando com um vazio em mim pelo encerramento, o que vou carregar comigo é o quanto fui feliz acompanhando esta saga, o quanto isso mudou minha vida. Também não é minha intenção aqui ficar “fringelosofando”, tentando dar sentido à mitologia desse final, não vou gastar tempo e espaço tentando dar sentido à ficção científica porque no fundo, o que me fez apegar realmente a esta série foram seus personagens apaixonantes e suas histórias emocionantes, a ficção científica sempre foi mais como um maravilhoso bônus no pacote. Então o que é exatamente que pretendo fazer aqui? Reviver o que eu chamaria de ‘momentos marcantes’ dos dois últimos episódios, tentando abordá-los da maneira mais positiva possível, mantendo uma review feliz apesar dos pesares. E vou me concentrar mais especificamente nas referências presentes nos episódios. Porque já não basta ser um final épico por si só, pela sua trama e desenrolamento, também é épico por trazer dentro disto vários elementos familiares e venerados pelos fãs da série, nos dando a oportunidade de nos despedirmos de tanta coisa que nos marcou ao longo das cinco temporadas.

Bom, começando pelo Liberty, vou tentar me conter aos momentos mais marcantes mesmo, porque o amor que senti por este episódio é infindável, poderia passar uma vida só falando dele. E a melhor maneira de iniciar é deliciando-se com a cena em que Windmark interroga Michael, e o garoto o faz sangrar. Ver aquele olho dele estourando foi uma sensação tão boa que fiquei até com medo de estar me transformando numa sociopata (mas aí a gente lembra toda a merda que ele fez e a satisfação parece até pouca). Continuando para o próximo momento marcante, e que já entra na categoria de elementos familiares, devo dizer que ele já começa na cena em que a equipe Fringe está tramando como resgatar o Michael e a Olivia solta deliberadamente um “the other side?”, e a fofa da Astrid pergunta “the other side of what?”, ri só um pouco! Nesta mesma sequência temos a volta da janela para o outro lado, uma referência distante e por isso ainda mais incrível. E daí se desenrola para as aplicações do nosso querido e adorado cortexiphan (btw, amei a cena, agonizante e excitante ao mesmo tempo), estávamos com tanta saudade dele, tanta saudade de ver nossa Liv bombada nele sendo badass e posando de super-heroína mesmo s2

E daí começa a melhor referência do episódio, a mais linda e foda e fofa e perfeita, Olivia no red!verse. Tive mini-infartos sucessivos ao ver aqueles flashes iniciais de Lincoln e AltLivia cinquentões! E quando a Olivia os encontra? Parada cardíaca e respiratória, ainda mais porque fizeram a caridade de colocar o abraço carinhoso de O² que espero desde o final da segunda temporada *-* E pfv, como não amar louca e infinitamente minha Bolivia? No meio de toda aquela situação tensa, tanto drama, ela solta pro Lincoln aquele “stop checking out my young ass”, MORRI. E ainda morri mais um pouco segundos depois quando ele aperta a bunda dela ~gzuismeabana~ Aliás, segura as pontas que preciso dar um surto básico: Linham aconteceu! Tão feliz ver que o que esperamos com o fim de Worlds Apart realmente se realizou! Esses dois perfeitos do meu coração ficaram mesmo juntos, casaram e ele fez um menino nela (eu tinha apostado que seriam 11 filhos, mas fiquei satisfeita com esse único também, gostoso igual aos pais), tipo, muito amor por essa família! Especialmente na cena que o casal fucking badass sai matando Observador e salvando Olivia e Michael \o/

Só fiquei apreensiva o tempo inteiro, estava só esperando alguém morrer. Estou tão traumatizada com Fringe que sempre que um personagem que amo aparecia em cena eu ficava já achando que seria última vez. E o pensamento que me atordoou o episódio inteiro foi “se vão mostrar o red!verse é porque algo grande vai acontecer e com tanta tragédia nessa temporada, é alguém que vai morrer, mas já mataram um dos Lincolns então é minha Bolivia que vai morrer. FUDEU”, daí vocês imaginam meu nível de stress na cena que Liv vai com Olive e Michael até a praça lá, fiquei só esperando um boldie filho da puta seguir eles e atirar na minha ruiva pelas costas ~aquelasdramáticas~ Amei ver esse closer da Olivia com o universo paralelo, vê-la de bem com a Bolivia, as duas maduras o suficiente para superarem de vez o que passou e se gostarem genuinamente, e ver um closer também no pseudo relacionamento de Linvia onde eles, nas entrelinhas, finalmente admitem que poderiam ter sido alguma coisa mas estão felizes pelo que o destino guardou pra cada um. Poha, se eu já estava amando os rumos do final da série, derrubei todas as poucas barreiras restantes ao ter essa chance de, assim como a Olivia, amarrar as pontas e me despedir realmente desse universo vermelho que tanto amo. <3

Agora finalmente entrando no An Enemy of Fate, pegando alguns ganchos do Liberty, vou passar ainda mais superficialmente (juro que essa bíblia toda aí em cima foi apenas uma retomada superficial) pelos momentos mais marcantes. Vai ser bem complicado porque o episódio todo é bem dinâmico e não existem cenas fillers, todas têm sua importância e repercussão drástica em quem assiste. Além de ser a series finale mesmo, e por isso merecer ser comentada minuciosamente de cabo a rabo. Mas como isso é inviável, terei que apelar para uma coisa bem simplista, então desde já peço desculpas por não dar ao An Enemy of Fate tudo que ele merece. Começo por um afluente que teve princípio no Liberty, nosso beloved Setembro (sim, me apaixonei antes de tudo foi pelo Setembro e não ligo se ele mudou de nome, vou passar o resto da vida chamando-o assim) monta o dispositivo que a ser usado para levar Michael para o futuro. Mas como nada é fácil na vida dos nossos heróis, uma peça falha e ele vai atrás de ajuda. Aí entra mais um conhecido nosso: Dezembro! Fiquei tão feliz em vê-lo, eu nem gostava dele nas temporadas passadas, mas só de ver mais um velho cast member (em vários sentidos) de volta encheu meu coraçãozinho de mais coisas fofas. Ainda mais porque ele ficou ‘bonzinho’, quis ajudar e etc, fiquei chateada por ele ter morrido sem poder auxiliar (btw, na cena em que Olivia e Astrid o encontram enforcado, só quero destacar minha felicidade ao ver a agente Farnsworth com uma arma em punho! Ela merece um momentinho badass poxa).

Vou confessar uma coisa: achei que o Broyles seria a tragédia do episódio. Como já falei aí em cima, eu estava esperando algum personagem importante/que eu gosto morrer, sentia isso no mais profundo do meu ser, e quando o Broyles foi descoberto e levado pelo Windmark, tive certeza que seria ele a casualidade. E já estava de boa com isso, pra mim era uma perda aceitável, ele já estava velhinho mesmo e não tinha ninguém, era a melhor opção para uma morte trágica. Mas a minha confissão na verdade é que fiquei com muita raiva por ele ter sobrevivido, até sinto um pouco de remorso admitindo, mas não posso negar que diante das perdas no episódio, seria bem melhor de tivessem matado esse inseto do Broyles. Mas enfim, não vou mais enrolar e vou entrar logo na primeira sequência realmente heartbreaking e inesquecível do episódio: os Bishop boys e a fita de despedida do Walter. Mas também não vou me alongar aqui, não preciso descrever minuciosamente o que ela significou porque todos que viram, até quem não acompanhou a série toda, sentiram a profundidade da cena. E também não quero falar detalhadamente dessa cena porque dói, dói pra caralho. Depois de 99 episódios mergulhando e se envolvendo em um nível indescritível na relação pai/filho de Peter e Walter, não há forças nem palavras que expressem o amor e a dor no coração ao ouvir tudo que o Walter disse na fita e as reações dos dele e do filho à tudo aquilo. Eu nunca aguentaria nem assistir a esta cena novamente, quanto mais escrever meticulosamente sobre ela aqui. Mas que fique registrado que foi a segunda sequência que mais me fez chorar em toda a série (e caso estejam se perguntando qual a primeira, paciência, ela ainda está por vir).

Outra cena que eu gostaria de destacar é a que eles descobrem outro jeito de mandar o Michael pro futuro por outro meio sem ser com o dispositivo que Setembro não pode finalizar. Quero destacar essa por dois motivos; um é a referência àquele sistema de transporte através do tempo usado pelos boldies que apareceu já agora na quinta temporada porque né, nem a própria temporada eles perdoaram, resgataram elementos mesmo, e muita gente achando que nada dela poderia ser utilizado novamente. O segundo motivo é a manifestação de mais uma habilidade do Michael: inspirar os outros. Porque não sei se notaram mas a Astrid só tem aquele insight depois que o garoto coloca o dedo nos lábios, assim como mais pra frente ele faz isso logo após a Olivia dar uma cortexiphanzada no Windmark, sendo que ela já não estava tão poderosa assim. Creio que é mesmo algo do menino, ele age através das outras pessoas, usando-as como canal, até porque de certa forma é isso que ele vem fazendo desde a aparição na primeira temporada, só que não com tanta potência como dessas duas últimas vezes.

Na sequência, temos mais uma referência e essa estávamos esperando pra ver faz muito tempo: GENE! Nosso animal de estimação favorito voltou, não do jeito que queríamos exatamente, mas tá valendo *-* Ainda mais porque foi contexto de outra cena que abriu minha torneirinha de lágrimas, e eu não saberia exatamente como colocá-la no meu ranking da série toda, mas com certeza essa cena entra como a terceira que mais me fez chorar no episódio. Porque né, ver a Astrid naquele estado sendo fofa com o Walter, trazendo à nossa memória todos os momentos inesquecíveis que esses dois compartilharam ao longo das cinco temporadas, toda a gama de sentimentos que essa dupla expressa e desperta em que assiste, palavras não descrevem. Foi Walter e Peter all over again. É basicamente a mesma relação, só que é mais como se a Astrid fosse a mãe do Walter, o que só deixa tudo mais fofo né? E como se já não bastasse, ele ainda finaliza o momento falando que o nome dela é lindo, e falando o nome certo. Assim não tem coração que aguente, pqp!

E sem sair dos momentos heartcrushing, tem também uma sequência que só vou passar por alto porque dói demais falar, especialmente pelo desfecho que leva: a cena em que Setembro divide com Walter seu plano de ir com Michael para o futuro. Pra começar que amo todos os momentos de Walter e Sep, dois lindos e amados do meu coração, e a relação, a amizade deles é muito bonita. Segundo porque é lindo o discurso do Setembro, me emocionou pacas e fiquei mega feliz de ver o pai maravilhoso que ele é. Terceiro porque isso significava que Walter não teria que partir, que ele ficaria com sua família e todos poderiam ser felizes para sempre. Estava tudo tão bem e lindo até esse momento! Mas enfim, seguindo cronologicamente o episódio e continuando para a próxima sequência marcante, temos não só uma como várias referências a episódios diversos da trajetória da série. A equipe Fringe invadindo a Divisão Fringe utilizando eventos Fringe para deter os Observadores. Tem como ser mais foda que isso? A cada boldie morto meu coração dava um pulo enquanto flashes dos respectivos episódios de cada evento passavam pela minha cabeça. Creio que esta, junto com a travessia para o red!verse no Liberty, foram as melhores referências dos últimos episódios. Pois nos lembrou do que a série ofereceu no quesito ficção científica e do quão maravilhosas são todas essas histórias. Foi meio que uma homenagem ao mundo Fringe, ao contexto fantástico criado pelas mentes brilhantes que escreveram a série, e foi muito gostoso reviver brevemente essas experiências únicas que Fringe nos deu. *-*

Indo agora para a reta final, vamos falar da sequência do plano sendo colocado em prática. A adrenalina ficou doida no meu sistema com aquele tiroteio e lutas, não conseguia nem piscar! E aí a agonia domina quando o escroto do Windmark aparece e leva o Michael com ele, eu me desesperei logo, mal sabendo que o pior ainda estava por vir. Mas enfim, achei muito foda Olivia mostrando pro Windmark que também é extraordinária (com uma ajudinha do Michael né). Mas o melhor mesmo foi a morte violenta do boldie filho da puta, felicidade não descreve o que senti quando ele vira pudim entre os dois carros, Etta foi vingada! Porém, felicidade de fringie dura pouco, e no que Michael é levado de volta pelo meu Setembro, todo decidido correndo com o filho rumo ao portal, leva um tiro por trás. Mano, essa cena foi tão rápida e inesperada que não a processei no tempo certo, fiquei meio descompassada com a quantidade de informações/emoções. E apesar de estar me debulhando em lágrimas eu nem sabia exatamente pelo que eu estava chorando, tristeza ou raiva, ou ainda qualquer outro sentimento que coubesse ali (e cabiam muitos). Mas uma coisa que tenho certeza que senti enquanto a cena se desenvolvia foi uma frustração sem tamanho por ter sido enganada ao longo do episódio achando que todo mundo teria seu final feliz. Me senti traída. Ver o Setembro morrer, o Michael sentando do lado e lamentando do jeito dele, Walter pegando-o pela mão e passando pelo portal enquanto sua família sofria em silêncio (e aquele “I love you dad” de matar do Peter), tudo isso me desestruturou bastante. Acho que só não tive um colapso porque veio aquela sequência fofa de Polivietta no parque, o resultado feliz pelo qual todos lutaram e muitos se sacrificaram. E a tulipa branca, o diabo da tulipa branca que não me deixa ficar triste ou chateada com essa série. Sei que é complicado de entender meus sentimentos nessa sequência final, sei mesmo porque nem eu consegui entender ainda. Mas tenho que encerrar essa review infinita então nem vamos tentar entender, deixa pra lá.

Sempre que me pedem por uma análise simples de como foi o final de Fringe, triste ou feliz, eu dou a mesma resposta: depende da perspectiva. Analisando única e exclusivamente do ponto de vista de dois personagens, Walter e Setembro, foi triste (até demais né); mas analisando o quadro geral, foi sim um final feliz. Peter e Olivia foram felizes, Etta e Nina ficaram vivas, não houve expurgo nem outras interferências de natureza Fringe, o mundo é normal e bom de se viver. E apesar de estar destruída com os desfechos para Walter e Setembro, sendo objetiva aqui acredito que foi um final justo para a série. Até porque sou otimista e penso que o Walter sendo brilhante como é, e num futuro super desenvolvido como que ele foi, com certeza vai construir uma máquina do tempo e voltar para o passado, para sua família. Se brincar ele já o fez e foi por isso que Peter recebeu a tulipa branca na última cena, foi o Walter que mandou como uma mensagem, um aviso de que estava de volta, e por isso a cara de esclarecimento do Peter ao ver o desenho da flor. Okay, viajei legal aqui mas honestamente é o que eu penso e no que quero acreditar, não me julguem, gosto de ser boba nessas horas, faz bem para meu coração assolado de tristeza com o fim da série. Então em suma, estou muito orgulhosa e prioritariamente satisfeita com o final de Fringe, manteve a altíssima qualidade que vinha mostrando ao longo dos últimos cinco anos, tanto visualmente falando como na complexa e fodástica trama. E uma reverência aos gênios John Noble e Anna Torv, assim como Joshua Jackson e Jasika Nicole e o povo todo que passou por ali, por seu talento mindblowing, não teria sido metade da perfeição que foi sem eles. Cada vez mais sinto meu amor por essa série crescer e tenho certeza que passarei o resto da vida revendo-a loucamente, pra sempre uma das minhas favoritas. THANKS FRINGE <3


  

6 comentários:

  1. Nah, review simplesmente perfeita*---------*

    Não comentarei muito porque senão passaria minha vida inteira comentando a review, porque né kkk³

    Nem preciso dizer o quanto amei ver o red!verse outra vez né? Linham mais do que perfeitos*---* “Stop checking out my young ass”, MORRI. [X2] Bolivia sua Diva♥ Lincoln & Liv, AltOlivia & Liv *-* Amei demais.

    Ah, você não estava se tornando uma sociopata não Nah, eu também estava com uma sensação maravilhosa ao ver o Michael fazendo o Windmark sangrar! :D como eu ri de satisfação vendo essa cena HAHAHA'

    Agora "An Enemy of Fate", que esperança FDP nos deram ao nos fazerem pensar que o Walter não precisaria se sacrificar mais(cena linda do Setembro & Walter) e que eles poderiam viver juntos e felizes e tals. Nessa cena o peso que eu estava sentindo no meu coração a dias foi embora e fiquei aliviada, feliz... doce ilusão =( A sequência final, Setembro morrendo--Walter indo embora--I love you dad, me fez sentir um misto de emoções... o episódio acabou e eu ainda não a tinha assimilado, acho que não assimilei até agora o.O Pra mim, essa cena foi a mais emocionante e de partir o coração de Fringe, sem mais =/

    "Acho que só não tive um colapso porque veio aquela sequência fofa de Polivietta no parque, o resultado feliz pelo qual todos lutaram e muitos se sacrificaram." [X2] Exatamente!!

    O que me consola é que sou otimista igual á você, gosto de pensar que o Walter daria um jeito de voltar ou Polivia daria um jeito de buscá-lo, enfim... é o que me conforta!!

    Meus parabéns por mais uma review ÉPICA :D

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. amigaaaaaaaaaaa, vc veio mesmo *-* brigada <3

      ainda essa mistura toda de cortexiphan + O² + Linham + Linvia + Polivia fez o Liberty entrar pro meu top top de episodios favoritos, é perfeição demais pro coração shipper! s2

      hahaha ah bom, se é assim então tá tudo bem! estamos apenas felizes por ver karma entrando em ação HUAUAHAUAH

      nossa eu fiquei muuuuuuuuuuuuito P da vida quando vi que tinham trollado a gente, nos feito acreditar que o Walter não precisaria ir e que todo mundo teria seu final feliz! eu entendo o final e talz, entendo e achei justo como falei aí na review. mas não sai da minha cabeça que essa série já teve tragedias demais, podiam ter evitado o final com essa faca de dois gumes D:

      temos que acreditar né, o bom de não ter mostrado nada além do Walter indo pro portal com o Michael é que isso nos dá margem pra acreditar no que quisermos, confortar nossos coraçõezinhos. acho que foi essa a ideia do Joel ao escrever assim, dar esperança a todo mundo, e eu vou pegar, vou morrer acreditando que o Walter voltou para a família! *-*

      o "épica" é por sua conta, mas agradeço demaaaaaais o elogio, fico muito feliz que vc pense assim! brigada por ler e comentar, aliás brigada por acompanhar minha jornada com Fringe aqui no blog tbm, vc é uma amiga e tanto, nem mereço <3

      Excluir
  2. Final de Fringe foi acima de tudo um BELO presente para os fãs! Nada mais do que justo do que isso, depois de tantas lutas e incertezas sobre a renovação da série em cada temporada.

    PRESENTE DE VERDADE, fato que comprova foi aquele "Thanks for your support" que veio em uma das cartas para o Peter, quando ele recebe a tulipa branca. Naquele momento me senti valorizado como fã, e tive certeza que toda aquela jornada valeu a pena. Valeu a pena pela história maravilhosa, pelos personagens que me apeguei como parte da minha família, e sobretudo pelo respeito que Fringe demonstrou conosco como telespectadores até seu último momento. Outa homenagem com certeza foram todos aqueles Frunge Events no "ataque terrorista" da Fringe Division. Assim como voce, na minha mente ali vieram flashes de todos os episódios que eles apareceram.

    Me emocionei demais em vários momentos da série, começando claro por Peter e Walter, mas posso admitir que o que me fez cair em lágrimas mesmo foi ver a Gene? kkkkk Não aguentei, quando a vi me lembrei de todas as temporadas, de todas as loucuras naquele laboratorio e a cena de Astrid e Walter só levou essas emoções ainda mais ao ápice.

    Fiquei MUITO, MUITO FELIZ mesmo em ver o Red!Verse de novo, e ver o abraço de ternura verdadeira entre Bolivia e a nossa Liv me deixou com um sorriso bobo no rosto! Fora que RACHEI na cena do " “stop checking out my young ass” kkkkkk

    Agora deixa eu falar sobre sua teoria da Tulipa Branca logo, se não vai sair um outra mini review aqui! kkkkk

    CONCORDO PLENAMENTE!

    O que me conforta nessa história toda, é saber que provavelmente o Walter está tirando a barriga da miséria vivendo no meio de tanta tecnologia lá no futuro! kkkk E com certeza ele daria um jeito de voltar sim! Também vejo aquela Tulipa como um símbolo de esperança de que el voltaria, ou até mesmo de um aviso que esse dia estaria próximo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. dá muito orgulho ser fã de Fringe por isso, por essas pequenas coisas que eles fazem pra nos homenagear! no Fringedom, as estrelas não são os atores ou os produtores, somos nós, os fãs, e eles fazem questão de nos provar isso o tempo todo! e esse final tá aí pra fazer isso, mais uma vez provar o quanto nós somos importantes, pq foi um final feito para nós, para nos homenagear :)

      nossa nem me faz relembrar todos esses momentos lindos que eu choro tudo de novo D: hahaha perfeição demais *-*

      tirando a barriga da miséria, euri kkkkkkkkkkkkkk gente, que feliz eu tou que ninguem destruiu os meus sonhos, pelo contrario, todos acreditam no que eu acredito, a esperança não morreu no coração dos fringies after all! hahaha YEAH BABY, WALTER FUCKING BISHOP WILL BE BACK \o/

      muuuuuuuuuuuuito obrigada Jean por ler e por comentar, e por acompanhar minha jornada com Fringe aqui no blog tbm, seu lindo <3

      Excluir
  3. Olá! Tudo bom?

    Meus parabéns pelo texto. Muito bom o seu review do final da série. Também escrevi sobre Fringe como um todo, e gostaria que vc desse uma olhadinha e me dissesse o que acha: http://pensandoimagemesom.blogspot.com.br/2013/02/review-fringe.html

    Obrigado
    Abraços
    Paulo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. muitíssimo obrigada! já retribui o favor :)

      Excluir